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21/10/2020
23 de setembro de 2020 às 09h31 | Saúde

Rastrear: SES cria sistema de rastreamento e monitoramento de casos confirmados de Covid-19

Pessoas suspeitas, confirmadas e aquelas que tiveram contatos serão monitoradas no Estado

Por: Portal do Governo de Mato Grosso do Sul
Realizar o monitoramento diário de pacientes de coronavírus e de seus contatos, a fim de quebrar a cadeia do vírus e diminuir a taxa de contágio no Estado, este é o objetivo do Rastrear, iniciativa do Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), que começa no próximo dia 28. É mais uma ação de combate à Covid-19 em Mato Grosso do Sul. O secretário de Estado de Saúde (SES), Geraldo Resende, explica que o Rastrear foi desenvolvido em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS). “Mato Grosso do Sul será o único Estado a fazer esse tipo de acompanhamento. O Programa é uma nova estratégia, que estamos lançando com o objetivo de diminuir a taxa de contágio. Essa ferramenta será muito importante para o enfrentamento da Covid-19 em nosso Estado”. Para o consultor Epidemiológico da OPAS, Rodrigo Said, o rastreamento significa uma identificação precoce dos casos suspeitos ou casos confirmados de Covid. “Vai permitir que tenhamos a localização e a identificação de quem são os seus contatos. A partir dessa identificação, as equipes de saúde vão elaborar uma estratégia de monitoramento diário de aparecimento de sinais e sintomas de Covid." Segundo o coordenador de Tecnologia da Informação da SES, Marcos Espíndola de Freitas, um profissional da saúde irá fazer o monitoramento diário deste paciente e apurar com quem essa pessoa teve contato. “Os profissionais vão criar uma cadeia de relacionamentos, de contatos, onde o desafio maior será identificar o mais rápido possível uma pessoa contaminada”. O Programa Rastrear já está em operação e à disposição dos 79 municípios do Estado. “Todos os secretários e secretárias municipais de saúde já passaram por treinamento. Esperamos que com essa nova ferramenta possamos ter certa desaceleração da doença no Estado”, pontua Resende.
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