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21/07/2019
28 de junho de 2019 às 15h09 | Polícia

Procon/MS autua supermercado que vendia produtos impróprios para o consumo

Em diligência realizada em um supermercado localizado na rua Joaquim Murtinho, na Capital, atendendo a denúncia formalizada por meio do “Fale Conosco” do site www.procon.ms.gov.br

Por: Waldemar Hozano – Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), órgão integra

Campo Grande (MS) – Em diligência realizada em um supermercado localizado na rua Joaquim Murtinho, na Capital, atendendo a denúncia formalizada por meio do “Fale Conosco” do site www.procon.ms.gov.br, equipe de fiscalização da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS) flagrou uma infinidade de itens apresentando irregularidades e expostos à venda.

Havia produtos com prazo de validade expirado, sem informações essenciais como procedência e prazo de validade, impróprios para consumo por apresentarem aparência de deterioração, com etiquetas sobrepostas maquiando valor e prazo de validade e, ainda, com divergência de preços entre as gôndolas e o que, efetivamente, era cobrado nos caixas.

Em se tratando de validade vencida estavam à venda bandejas de filé de frango, moela de frango, coxa de frango e strogonoff de frango, macarrão oriental e de arroz, pão doce recheado de fabricação própria, queijo tipo Monterrey, requeijão, compotas de doces, salgadinhos, amendoim e papinha de legumes. Sem as informações necessárias, foram encontrados pela equipe do Procon Estadual queijo de coalho, doce de abóbora em caldas, fubá de milho, peixes dessalgados tipo bacalhau e polaca do Alasca, além de bolos diversos.

Ainda entre as irregularidades havia produtos que, mesmo dentro do prazo de validade, se encontravam impróprios por apresentarem indícios de deterioração, com cor azulada ou escurecida, como é o caso embalagens de miolo de alcatra, picanha e bife de maminha, além de pera em conserva cuja embalagem se encontrava amassada.

Foram identificadas também irregularidades consideradas graves, como a sobreposição de etiquetas como forma de alterar os preços e adulterar o prazo de validade. Nessas condições a equipe do Procon/MS encontrou bandejas de patinho e de coxão mole resfriados. Para verificar a divergência de preços foram recolhidos, aleatoriamente, 650 produtos e constatada a irregularidade em seis deles.

A principal foi com relação a protetor solar que, na gôndola estava exposto por R$ 26,90, enquanto no caixa era cobrado R$ 38,25, ou seja, uma diferença de R$ 11,35. Outros itens também estavam irregulares nesse quesito: arroz especial para sushi, aparelho para barbear, farinha de trigo e suco de laranja. Os produtos impróprios foram descartados na presença da fiscalização, tendo sido expedido auto de infração aos responsáveis pela unidade comercial que, diga-se de passagem, é reincidente em apresentar irregularidades que prejudicam o consumidor. O supermercado tem prazo para apresentar defesa.

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